As correntes industriais são elementos essenciais para a transmissão de potência em máquinas e equipamentos. Elas oferecem alta eficiência, não apresentam escorregamento, funcionam bem em ambientes com poeira, umidade e abrasivos, além de suportarem grandes cargas em espaços compactos.

Seja em máquinas agrícolas, mineração, indústrias alimentícias ou transportadores, as correntes de transmissão se destacam pela durabilidade e versatilidade.

O que são correntes industriais?

Uma corrente industrial é composta por elos conectados por pinos, formando uma corrente fechada que envolve duas rodas dentadas. Diferente do engrenamento direto, esse sistema mantém o sentido da rotação entre eixo motriz e eixo movido.

Em resumo, as correntes industriais garantem transmissão de potência segura e confiável em diversos setores.

Para que servem as correntes industriais?

As correntes industriais servem para três funções essenciais nas máquinas e equipamentos: transmissão de potência, transporte de materiais e sincronização de movimentos.

Principais normas de correntes industriais

As correntes de transmissão de força tem amplo uso em todo o mundo e uma gama de aplicações. Por esse motivo, se define certos padrões internacionais para garantir que o passo, a largura e outras características fundamentais das correntes industriais sejam padronizadas.

  • ANSI – Padrão americano mais utilizado nas Américas.
  • DIN/ISO – Normas europeias, muito aplicadas na União Europeia.

Principais componentes de uma corrente industrial

As correntes industriais são formadas por diferentes elementos que garantem resistência, eficiência e durabilidade. Cada componente possui uma função específica dentro do sistema de transmissão de potência. Confira os principais:

Placa

A placa lateral suporta a tensão aplicada na corrente, geralmente em ciclos repetitivos que podem incluir choques. Por isso, precisa oferecer não apenas força de tração estática, mas também resistência às forças dinâmicas de carga e choque.

Pino

O pino da corrente é responsável por suportar forças de corte e dobra transmitidas pelas placas. Ele atua em conjunto com a bucha durante o engate na roda dentada, formando uma peça de carga. Deve ter alta resistência à tração, ao desgaste e à curvatura, garantindo durabilidade contra choques e cisalhamento.

Bucha

A bucha recebe forças complexas, especialmente em cargas de choque repetitivas no momento em que a corrente se encaixa na roda dentada. Por isso, exige elevada resistência ao desgaste e às cargas de impacto. Junto ao pino, forma um conjunto de suporte essencial para o desempenho da corrente.

Rolete

O rolete absorve os impactos iniciais ao entrar em contato com os dentes da roda dentada. Após o engate, ele muda seu ponto de contato, equilibrando a transmissão entre dente e bucha. Por esse motivo, deve ter alta resistência ao desgaste, à fadiga e à compressão, além de proporcionar menor atrito no funcionamento da corrente.

Elo interno

O elo interno é formado por duas buchas encaixadas em placas internas, nas quais os roletes são inseridos para permitir a rotação suave durante o funcionamento. Ele é a base de sustentação dos componentes internos da corrente.

Elo externo e placa intermediária

O elo externo contém os pinos que se encaixam nas placas externas. Em correntes de múltiplos feixes, adiciona-se uma placa intermediária, que garante maior robustez. Esse design permite que o elo externo seja usado tanto em correntes simples quanto em correntes reforçadas, como as de múltiplos feixes.

Comparativo entre correntes industriais e outros sistemas de transmissão

Além das correntes de roletes, outros mecanismos como correias sincronizadas, correias em V e engrenagens também são utilizados na transmissão de potência. A tabela a seguir mostra as vantagens e desvantagens de cada sistema em diferentes critérios de desempenho:

Como escolher a corrente industrial ideal?

A escolha da corrente industrial deve levar em conta alguns fatores essenciais para garantir eficiência, durabilidade e segurança no processo produtivo:

  • Aplicação: se a corrente será usada para transmissão de potência, transporte de materiais ou sincronização de máquinas.
  • Ambiente: condições de operação, como presença de abrasivos, umidade, produtos corrosivos ou variações extremas de temperatura.
  • Norma: adequação aos padrões internacionais, como ANSI, DIN ou ISO, que asseguram padronização e intercambiabilidade.
  • Material: seleção entre aço, aço inoxidável, niquelado ou outro, conforme o nível de resistência exigido contra desgaste e corrosão.

Por que escolher as Correntes da Tsubaki?

As correntes ANSI da Tsubaki são referência mundial e apresentam diferenciais competitivos em relação às marcas concorrentes:

  • Aumentam a confiança – fabricadas com precisão dimensional, reduzem falhas e garantem desempenho estável em longos períodos de operação.
  • Reduzem o tempo de manutenção – design exclusivo que melhora a lubrificação interna e minimiza desgaste.
  • Maior vida útil – materiais de alta qualidade e tratamentos térmicos avançados asseguram durabilidade superior mesmo em ambientes severos.

Corrente DIN Tsubaki

Além da linha ANSI, a Tsubaki também fabrica correntes de acordo com o padrão DIN (Deutsches Institut für Normung), amplamente utilizado em países europeus e em aplicações específicas que exigem conformidade com normas internacionais.

Características das Correntes DIN Tsubaki

  • Padronização europeia: dimensões e especificações alinhadas com normas internacionais, garantindo intercambiabilidade e compatibilidade com máquinas de diferentes fabricantes.
  • Alta resistência: desenvolvidas para suportar ambientes abrasivos, úmidos e com variação de temperatura, comuns em setores como mineração, papel e celulose e alimentos.
  • Durabilidade superior: assim como as correntes ANSI, as correntes DIN da Tsubaki passam por processos rigorosos de fabricação e controle de qualidade, assegurando maior resistência ao desgaste.

Corrente Padrão Tsubaki G8: Potência e Confiabilidade

A Corrente G8 da Tsubaki é a evolução em desempenho dentro da linha de correntes padrão. Projetada para aplicações industriais que exigem máxima eficiência, ela transmite até 33% a mais de potência em comparação com outras correntes ANSI do mercado.

Sua construção é baseada em alta resistência e maior capacidade de carga, excedendo os padrões internacionais de qualidade. Além disso, a G8 foi desenvolvida para oferecer uma margem de segurança superior, o que se traduz em mais confiabilidade e menor risco de falhas em operações críticas.

No entanto, é essencial considerar que a escolha da corrente ideal depende da aplicação. Fatores como carga de trabalho, condições operacionais, ambiente de uso, requisitos de segurança e demandas específicas do processo precisam ser avaliados para garantir desempenho consistente e maior vida útil do equipamento.

Conheça Outras Tecnologias em Correntes Tsubaki

A Tsubaki não se limita apenas à Corrente G8. A marca oferece uma ampla linha de tecnologias exclusivas em correntes industriais, cada uma projetada para resolver desafios específicos de manutenção, desgaste e eficiência.

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2 comentários em “Correntes Industriais”

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